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Para muitos, o Hip Hop se resume ao rap. Na verdade, o movimento Hip Hop é caracterizado por quatro elementos: rap, dj, graffiti e break. Juntos eles vêm se transformando em um tipo de manifestação cultural. O que era uma particularidade de negros das camadas populares, transformou-se num produto desejado por jovens de diferentes classes sociais e origens em todo mundo.

Para evitar a banalização de suas reivindicações e preservar o engajamento político da sua origem, foi eleito um quinto elemento como símbolo maior da resistência: o conhecimento.
O movimento negro nos Estados Unidos, ao final dos anos 60, foi uma importante influência para os artistas que deram início ao movimento Hip Hop. Em meados dos anos 90, o rap transformou-se no Rei Midas da indústria cultural e, então, começaram as divergências entre os tradicionais militantes da cultura, que teve Afrika Bambaataa como líder mais conhecido. Atualmente pesa sobre o Hip Hp a acusação de ter optado pelo mercado preferindo o lucro à ideologia, se distanciando da sua origem.
A opção do Projeto Geração Hip Hop é pela ideologia, é mostrar que as formas de protesto do público jovem mudaram e que é possível resistir. A cultura Hip Hop vai além da efemeridade das paradas de sucesso, é a arte empreendendo um tipo de luta de classes.
A aposta do Projeto Geração Hip Hop é feita na dimensão política da arte, através de uma ação cultural que cumpra seu papel educativo conscientizador. Num mundo tão marcado pela padronização e orientado para o lucro financeiro, cabe a algumas instituições a ousadia de apostar na função cultural, acreditando que ela pode transformar o cotidiano.
O eixo do projeto é a qualificação dos jovens que já demonstram grande talento nos quatro elementos da cultura Hip Hop (rap, dj, graffiti e break). O processo do aprendizado leva em conta a trajetória dos participantes e é construído de acordo om os elementos do seu cotidiano, seguindo uma orientação pedagógica ancorada na teoria construtivista. Todo processo de criação é um trabalho de construção coletiva.
O Geração Hip Hop pretende contribuir para a conscientização de jovens artistas sobre seu papel social: enquanto lhes abre oportunidades de qualificação artística, estimula-os a refletir sobre identidade, liberdade, ética e solidariedade, capacitando-os não somente para agir com autonomia, mas também para atuarem em suas comunidades como multiplicadores daquilo que a arte tem de mais especial: o encantamento.
Para saber mais sobre o Projeto geração Hip Hop, clique aqui.
Break
Aldair Nogueira Junior (Day)
Alessandro Correia (jazz)
Bianca Crstina (Bia)
Bruno Serafim (Choco)
Diego Leitão (White)
Fábio Castro (Fabão)
Isabela de Almeida Santos
João Paulo Cruz (JP Black)
Laís de Almeida Santos
Marlon Alves (Chambinho)
Paphael Felipe Russier
Thaís Gomes (Tatá)
Wagner José de Faria (BI-O)
Wanderlino Neves (Sorriso)
Graffiti
Adolpho Chaves (Lomax)
Aila de Jesus
Alvaro de Faria (Mutant)
Carlos Alberto Oliveira (Bobi)
Diego Guimarães
Francisco Meio (Cove)
Gabriel Freire (CZS)
Gustavo Amaral (Guti)
Humberto Bulhões (Bulhões)
Luciano Araújo (Tchank)
Marcelo Chaves (Alio)
Rafael Fontainha (Astra)
Thiago das Virgens (Scan)
Vitor Bernardo (Guia)
Rap
Leandro ferreira (Índio)
Felipe José (Bicão)
Denise Fontoura
George Coelho (Mano George)
Joycelene (Joy-c)
Luciana Nascimento
Márcio França (Marcin)
DJ
Cláudia Talita
Diogo de Jesus (Dioguinho)
José Nilton (DJ Nitro)
Magno Alves (Maguinho)
Marjan Sodré (Bolado)
Quênia Lopes
Thiago Cisneiros (Thiagão)
Movimento Cultural de Literatura e Arte do Brasil - LITER & ART BRASIL
CNPJ 08.623.455/0001-75 - Insc. Municipal 0399629-8
Telefone: (21) 3269-2649 / (21) 9929-4217
Layout 4Auroras, por Elida Kronig